aves marinhas

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As aves marinhas constituem um conjunto bastante diversificado de espécies que se adaptaram com grande eficiência a ambientes costeiros e oceânicos (BRANCO et al, 2010). Com 1.919 espécies registradas (PIACENTINI et al, 2015), o Brasil é o segundo maior país do mundo em diversidade de aves (CBRO, 2014), sendo rota migratória de inúmeras espécies. O conhecimento atual da avifauna brasileira sugere que ao menos 197 espécies apresentam algum padrão de deslocamento considerado migratório. 
Desse total, 53% (104 espécies) reproduzem-se no Brasil e 47% (93 espécies) possuem seus sítios de reprodução em outros países, seja na região circumpolar relacionada à América do Norte e Groenlândia (aves setentrionais), ou em áreas no sul da América do Sul e Antártida (meridionais) (CEMAVE/ICMBio, 2016).
Em geral, tais espécies permanecem no Brasil entre os meses de setembro e maio, sendo esse período fundamental no descanso, troca de penas e alimentação necessária para reposições energéticas consumidas durante a migração (CEMAVE/ ICMBio, 2014). 
Foram registradas até o momento 33 ordens, 103 famílias e 705 gêneros reconhecidos com ocorrência confirmada no país (CBRO, 2015). Neste conjunto predominam espécies representes das ordens Procellariiformes (albatrozes e petréis), Pelecaniformes (fragatas, atobás e afins), Charadriiformes-Subordem Charadrii (maçaricos, batuíras e afins) e Charadriiformes-Subordem Lari (gaivotas, trinta-réis e afins) (VOOREN;BRUSQUE, 1999).
A região Nordeste é uma das principais rotas migratórias de aves, segundo o Relatório Anual de Rotas e Áreas de Concentração de Aves Migratórias no Brasil mais recente disponível (CEMAVE/ICMBio, 2016).

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